quarta-feira, 15 de março de 2017

Mulheres contra a reforma da Previdência
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SINDAGUARN.COM.BR
Secretaria de Comunicação do Sindágua/RN

Os movimentos sindicais e sociais fizeram do 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, uma data marcada pelo protesto contra a reforma da Previdência. As manifestações repudiaram os ataques a direitos sociais e trabalhistas desfechada por Michel Temer.

A PEC 287 (Reforma da Previdência) estabelece regras iguais para homens e mulheres, determinando 49 anos como tempo de contribuição e 65 anos como idade mínima para aposentadoria, ataca especialmente as mulheres, acabando com uma conquista que visa compensar minimamente a dupla jornada: a diferenciação da idade mínima. Por isso, o dia 8 de março de 2017 recebeu como principal bandeira, dizer NÃO ao desmonte da Previdência Social.

Isto significa que, com salários menores, trabalhando mais e sem as mesmas oportunidades que os homens, as mulheres em empregos urbanos terão que trabalhar mais cinco anos; se forem servidoras públicas ou trabalhadoras rurais, mais dez anos; e se forem professoras da educação básica, mais quinze anos.

Neste momento de ataques, faz-se imprescindível a ocupação das ruas para defender os direitos alcançados pelas Mulheres ao longo de décadas e que são frutos da luta. Em Natal, o Ato Público das mulheres em repúdio à reforma da Previdência e à retirada de direitos se concentrou em frente ao prédio do INSS, na rua Apodi, , saindo em caminhada pela Avenida Rio Branco até terminar em frente à Prefeitura de Natal. A manifestação reuniu cerca de duas mil pessoas. Já, em Mossoró, a manifestação foi realizada na Praça do Pax, centro da Cidade.

   
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